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A mostrar mensagens de Outubro, 2014

J is for Jaded [The Alphadeath Codex]

Say the word
A gentle scream unleashed in the roaring silence of the night A gasping sound echoing into a blood drenched hollow oak Eyes open engulfing pictograms of crimson light consuming light An eerie blinding bursting light Draws the words left unspoken
Say that word
The one that burns in my cold lips And tears your heart into shatters Say it like it matters As if the stars would crumble into the land
Say it now Because no one else can
Scream that word Shout it aloud so no one can hear you Rip it from your lungs into the saturated air Say it  like you mean it Like you really care
Say it If you dare
Say it again and again And again That jaded feeling of forgiveness And sorrow
Softly breathe it Into my weary mouth Say that you love me Maybe if you mean it Somehow
Amidst the chaos And run-arounds I’ll live again But It really doesn’t matter anyhow
Say that word

Say goodbye Say it like you mean it For this time You will not be saying a lie





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Deito-me no chão a olhar pela janela e no tempo eu me perco. O céu está cinzento. E essa cor é tudo o que eu vejo... Se os sentimentos fossem cores eu seria cinzento. Perderia-me na neblina matinal de Inverno dentro de mim própria. E nela sou apenas um vulto que lá passeia permanentemente. Nisto, já eu me perdi inúmeras vezes. Acho que na verdade, cada vez que consigo sair, iludo-me. E mais uma vez estou aqui. Perdida. Confusa... E sinto fervilhar o sangue, sinto a frequência cardíaca acelerada, as minhas mãos tremem. Algo me tornou vulnerável. Já não consigo dormir de noite. Esta imensidade de emoções corroí-me por dentro. E contar só comigo para lidar com o que sinto exige demais de mim, mais do que posso. E isto, isto que sinto e não sei... é interminável. Sinto o desespero dos gritos da minha cabeça. Os tapetes do meu quarto disfarçam as poças secas que eu deixei criar. No entanto, nada faço. Deixo passar. Acolhi-me a esta rotina emocional. Em mim ficou um pedaço de nada, um vazio…

Voo TP 706

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Até mesmo os olhos fechados ao exterior, aceleravam o coração na corrida para o mundo a descobrir por dentro outras coisas, tão novas que lhe eram agora intimidade suprema de si.
Colecções de lembranças em caixas de cigarrilhas, douravam-lhe a pele, o cabelo, o olhar de uma luz ambarina.
De mãos dadas com o tempo, escreve, descreve, imagina… sucinta textos desfragmentados a tinta permanente, azul, cor da infância e dos laços nas tranças.  Crepuscular o vazio do estômago quando o avião levanta voo, num misto de grito incandescente de vida escorrida dos dedos que se conformam nas mãos esculpidas. Como se fossem mármore.
Viaja em velocidade uterina, o sabor do jantar a passado, como quando se deseja muito algo que acontece decorrido tempo demais, o sabor a guardado, quase naftalina bolor de prado estéril.
Aquela noite era diferente. Imperava o contraste de uma tarde de insónias misturadas entre o fabricado, o fumo de palavras implícitas, os cheiros dos restaurantes take-away. O jantar desconf…