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A mostrar mensagens de Maio, 2015

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Os vidros quebraram com a força do temporal, os pedaços de vidro dançavam pelo ar à melodia do vento. E o meu coração foi cortado. A minha alma foi perdida. E, naquele momento que para sempre será eterno, eu deixo-me guiar neste remoinho de sentimentos.
E, agora, resta um corpo. Que nada diz, que nada vê, que nada sente. Toda a existência agora é um conceito absurdo, vago. Nada me faz racionalizar como antes. 
Isolo-me. Assim, estou bem. Assim não me irei magoar, assim não me irão magoar. E as almas que tocaram a minha foram as que tiraram a sua maior parte, porque eu deixei. Permiti que me vissem por dentro. Eu sei. É feio. É horrível. Há sangue, e é cinzento. Nada mais. Apenas um pequeno vazio, isolado, quase que adormecido, mas grita e dói. Nunca doeu tanto. Tento procurar o asilo. Mas num estado de lipemania, a única coisa que encontro é um chão desgrenhado onde caio e me deito. A insónia adopta-me, e eu não renego. E, deixei à muito que este sentimento me alberga-se. Agora, já não …

M is for Murmur [The alphadeath Codex]

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I often dream of you Trudging naked over the red sands Unwary, unavailable, cold as the furthest stars Wondering wild in the feral night In dusk immersed, a shard of glass I dream of you when the hours don’t last
I once drew your face in a blank horizon And like poison, it flooded my veins I drew your eyes with charcoal and blood And still no tears dared to show, eyes so aglow Haunting, eerie as a house in demise With charcoal and blood I drew your eyes
I will sing a song for you to dance The rhythm will tangle us and burn me inside And with all my heart, I will sing for you Words of cobalt, red and blue A song of death with all my heart I will sing to you and fall apart
I gently whisper in your ear Speak of love and thing to come And mildly hum how I will kill you And feel you murmur one last word Soothe and pale, in my arms held
I whisper gently and bid farewell