Gumes e arestas
Cortam-me as mãos
Fios de sangue
Enfio a agulha
Coso o meu coração
Espinhos e vértices
Furam-me os dedos
Pingos de sangue
Encho o tinteiro
Escrevo o meu coração
Acordo, mas não desperto. As pálpebras pesam toneladas e o corpo está crucificado à cama. Levanto-me, mas não me ergo. Ergo-me, vou até à ...