sábado, 27 de agosto de 2011

Labirinto...



De volta
Ao labirinto
Onde me perco... Onde me perdi
Em encruzilhadas escuras... Cantos de um cubo
Mas afinal onde estou?
Num real surreal ou num surreal ideal?
Ideal... Afinal o que é isso?
Artimanha linguístico/filosófica
Ou uma forma de justificação para nós próprios?
O engano dos Homens... Coisa feia...
E ainda há quem fale da soberba
O que eu sei é que o que eu vejo não tem nada a ver com as coisas que sempre pensei saber
Apenas o que eu digo é coerente com o que sempre defendi dizer
Na minha caixa construi um labirinto entre 4 paredes
Uma prisão... Tantas vezes de conforto
Outras vezes de onde anseio fugir
As coisas encontram-se lá... Exactamente onde estão... E eu? Estarei lá? Para encontrar?
Olho novamente à volta e a dúvida persiste... Mas afinal de que lado do labirinto estou eu?

2 comentários:

  1. Um texto inquieto, inquisidor, angustiado. Mas é a dúvida é o que nos faz humanos e os labirintos pedem sempre para ser resolvidos, como os puzzles e os enigmas. É a sua natureza pôr-nos à prova. Na certeza porém que há sempre uma saída para eles.

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  2. Curioso assim que comecei a ler, vi que era teu...essa prisão, a chave para saíres está dentro de ti, como naquele filme que nunca consegui ver, o Saw, mas que me contaste a história. Tudo está dentro de nós, mas a busca pela chave é o que nos molda como pessoas...
    Sai da prisão e desfruta da vida!
    (estarei aqui para ver, beijinho!)

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